Artigos de Professores

Carros elétricos: e quando a bateria arriar?

  Ronaldo de Breyne Salvagni Dr. Eng., Professor Titular (Senior) Centro de Engenharia Automotiva da Escola Politécnica da USP Membro da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva Fevereiro de 2020   Qualquer aparelho elétrico “autônomo”, ou seja, que não precisa estar ligado na tomada para funcionar, usa baterias que podem ser trocadas ou recarregadas. Um carro elétrico não é diferente. Sua bateria não poderia também ser trocada, ao invés de obrigatoriamente ter que recarregar? Bateria de íons de lítio do Tesla Modelo S, integrando seu chassi [foto: Martin Gillet via Flickr] [4]   Nos carros elétricos atuais, a bateria “faz parte”...
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Veículos autônomos: qual o futuro deles?

Por Marcelo Augusto Leal Alves* A respeito do futuro dos veículos autônomos, duas notícias recentes nos indicam que há ainda um longo caminho a percorrer. Em março deste ano, nos EUA, uma pedestre foi atropelada e morta por um carro autônomo em testes. Evidentemente, os veículos autônomos ainda necessitam de maturação. A expectativa de um tráfego sem mortes é de certo utópica, uma vez que máquinas falham e certamente veremos ainda muitas falhas, principalmente neste período de desenvolvimento. O acidente pode ter sido originado no sistema de visão. Tal como um motorista humano, o veículo autônomo precisa “ver” os arredores. Mas...
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Inovar Auto requentado?

Por Ronaldo de Breyne Salvagni   No Brasil, a voracidade do governo em cobrar impostos é altíssima, com o agravante de gastar muito mal, por ineficiência e corrupção, como testemunhamos no dia a dia. Nos carros, cerca de 50% do preço é imposto. Se esses impostos ficassem com o cidadão, saberíamos gastar muito melhor. Assim, qualquer redução de carga tributária é bem vinda e saudável, para nós e para o País, desde que essa redução efetivamente chegue aos consumidores. Alguém sabe exatamente quais eram os resultados pretendidos, pelos governos lulopetistas, com o finado Inovar Auto, regime automotivo que vigorou até...
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Motorista brasileiro: o otário preferido

Por Ronaldo de Breyne Salvagni Alguém lembra do “kit de primeiros socorros”, que todo carro foi obrigado a ter há alguns anos? Foi uma festa de lucros para os seus fabricantes, mas a coisa era tão escandalosamente inútil (não era necessário para pequenos ferimentos, e era inútil para qualquer ferimento maior) que o bom senso prevaleceu e a lei não durou muito tempo. Entretanto, um outro “conto do vigário”, tão inútil e tão lucrativo para os respectivos fabricantes como aquele “kit”, permanece vivo: o do “extintor de incêndio veicular”. Trata-se de mais uma “jabuticaba” – só existe no Brasil. Nenhum outro...
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